Árvore-do-viajante – Ravenala madagascariensis

A árvore-do-viajante é uma árvore muito chamativa e marcante que tem folhas que lembram bananeiras, mas que ficam bem altas e em formato de leque, crescendo entre 4 a 8 metros de altura. Nativa da ilha de Madagascar, suas grandes folhas dão um ar tropical aos jardins onde são deixadas. Por serem muito grandes, normalmente são utilizadas somente em jardins bastante grandes, pois elas precisam de muito espaço e muito sol para crescerem bem. Suas flores que lembram as flores da Estrelitzia são também utilizadas como flor de corte em arranjos florais, mas suas flores podem demorar até 10 anos para aparecerem pela primeira vez.

As bases das suas folhas formam “barquinhos” que acumulam a água da chuva, e a planta utiliza essa água para passar por períodos sem chuvas. No entanto, segundo a lenda, viajantes beberiam aquela água acumulada, o que por questões de higiene, não recomendamos que você o faça.

Onde plantar?
Como uma das principais características da planta é seu tamanho, não é recomendável manter a planta em vasos, mesmo que grandes. Por exigir muito sol, á árvore-do-viajante deve ser plantada em um local aberto, que pegue sol na maior parte do dia. Por vir de uma região basicamente tropical, ela se adapta melhor a esses ambientes mais quentes e úmidos, não crescendo bem em locais muito frios.

Você pode planta-la tanto de forma isolada quanto em grupos, mas é recomendável evitar locais com muito vento, pois suas folhas podem rasgar-se e com um aspecto menos atrativo. Também é recomendável que o solo do jardim seja rico em matéria orgânica, garantindo assim o seu bom desenvolvimento.

Como cuidar?
A árvore prefere solos úmidos e bem drenados, que devemos regar bem quando estiverem relativamente secos, somente evitando inundações. Por ser uma planta alta, ela não possui grandes problemas com plantas daninhas, que poderiam competir por sol e nutrientes. Por ser uma planta bastante rústica, poucos são os cuidados que você deve tomar no dia a dia.

Como multiplicar?
A principal forma é pelas sementes, que demoram bastante para germinar. Também é comum dividirmos brotos que crescem na base da planta, gerando novas mudas a partir deles.

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