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Consulta de plantas - folhagens e bromélias
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  Nome popular: Agave-dragão Nome científico: Agave attenuata
Família: Amaryllidaceae Origem: México
Observações: Muito utilizada no paisagismo, é uma planta basntante rústica, de folhas grossas. COmbina muito bem com jardins tropicais.
Cultivo: Se desenvolve melhor quando cultivado à pleno sol, mas pode também ser cultivada à meia-sombra. Recomenda-se a realização de regas regulares. A planta emite muitos brotos laterais, que podem originar novas plantas, sendo recomendada a retirada dos excessos. Seu tronco pode ficar muito alto, sendo melhor realizar o replantio nesses casos. Sua multiplicação é feita basicamente por plantio das brotações laterais.

Nome popular: Árvore-da-felicidade Nome científico: Polyscias guilfoylei
Família: Araliaceae Origem: C
Observações: Existem duas espécies de plantas muito semelhantes chamadas de "árvore-da-felicidade", tanta é a semelhança, que comumente a espécie Polyscias guilfoylei é chamada de "macho" e a espécie Polyscias fruticosa é considerada a "fêmea", o que não é verdade. São muito cultivadas em vasos médios a grandes, em ambientes internos. Em algumas culturas orientais, a planta é muito dada como presente. Essa planta possui uma característica específica, exalando um cheiro característico no fim das tardes.
Cultivo: Se desenvolve bem em ambientes sombreados, mas bem iluminados, podendo também ser plantada à meia-sombra. Quando plantada diretamente no solo, é recomendável o plantio em locais onde não haja muito vento, já que suas folhas se desidratam facilmente. As regas devem ser mais mais intensas no verão, e mais espaçadas no inverno. A falta de água causa murchamento e queda das folhas.

Nome popular: Avencas Nome científico: Adiantum spp.
Família: Pteridaceae Origem: Estados Unidos, Brasil, México e Antilhas
Observações: São folhas muito bonitas, sendo muito utilizadas na decoração de ambientes internos. O plantio em vaso é o mais comum, mas o plantio em canteiros é possível, assim como em jardineiras.
Cultivo: É uma planta de sombra ou meia-sombra, devendo-se regar regulamente, procurando manter sempre o solo úmido, não devendo encharcar o solo.

  Nome popular: Bromélia Guzmania Nome científico: Guzmania spp.
Família: Bromeliaceae Origem: América Central e do Sul
Observações: É uma epífita, do gênero Guzmania e compreende mais de 120 espécies. As espécies mais comuns são: G. minor ; G. lingulata; G. monostachya; G.zahnii; G. sanguinea. É uma planta atrativa, sendo diícil mantê-la viva após o período de floração. Os produtores conseguem disponibilizá-las floridas o ano todo nos mercados, com técnicas especiais.
Cultivo: É uma planta para ambientes iluminados, mas sem receber sol diretamente, ideal para os interiores. Após o florescimento, regar menos, sem atigir o funil. Cresce bem em terra solta, com bastante matéria orgânica, húmus. Para reproduzi-la, separa-se os "filhos" da base, plantando-os em uma mistura de matéria orgânica e areia, mantendo-os em locais mais quentes, sem regar pelo funil, para que não apodreçam.

Nome popular: Bromélia Neoregélia Nome científico: Neoregelia sp.
Família: Bromeliaceae Origem: Brasil
Observações: Estas bromélias são muito utilizadas no paisagismo, principalmente por se desenvolverem sob sol direto. Possuem uma coloração de folhas que varia com o tempo e variedade da planta. São muito interessantes pelo aspecto tropical que conferem aos jardins. Dão uma floração que também possui algum valor ornamental, sendo que a planta normalmente morre após a floração, emitindo brotos laterais que originam novas mudas.
Cultivo: Se desenvolvem bem à meia-sombra, sendo ideal seu cultivo em locais onde bata sol direto nas horas mais frescas do dia, como no período da manhã e no fim da tarde. Recomendam-se regas regulares. Seu plantio deve ser feito preferencialmente em terra com alto teor de matéria orgânica, podendo ser utilizada a fibra de côco, assim como outros substratos utilizados em epífitas. Em plantios residenciais, é multiplicada principalmente por separação dos brotos laterais, mas comercialmente é reproduzida por sementes ou micropropagação.

Nome popular: Buxina; Buxinha Nome científico: Buxus semprevirens
Família: Buxaceae Origem: C
Observações: É uma das plantas mais utilizadas na topiaria. Possui folhas muito verdes, muito adensadas, e são relativamente fáceis de moldar. Possui um crescimento extremamente lento. São quase indispensáveis em jardins de estilo francês. É bastante rústica, e exige poucos cuidados de manutenção. Pode ser cultivada em vasos ou diretamente no solo, sendo comumente utilizada para a produção de bonsais. Sua madeira é muito dura e é utilizada em alguns instrumentos musicais. Vale lembrar que sua folha possui um composto tóxico (buxina), mas só causa problemas quando sua folha é ingerida, o que é muito difícil acontecer.
Cultivo: Se desenvolve melhor quando plantada em pleno sol, com regas regulares. O método mais comum de multiplicação é a estaquia.

  Nome popular: Cavalinha Nome científico: Equisetum giganteum
Família: Equisetaceae Origem: Brasil
Observações: É uma planta muito valorizada, por se diferenciar muito das outras em relação ao formato de suas folhas, que se reduziram a escamas no decorrer de sua evolução. Possui grande valor ornamental, sendo usada em entradas, fachadas, próximas ao muro, em vasos, entre outros. É também utilizada para fins medicinais, para saber mais, entre na seção de plantas medicinais.
Cultivo: Se desenvolve bem em locais úmidos, em terra rica em matéria orgânica e consegue se adaptar ao sol pleno (sendo uma das poucas da Divisão Pteridófita a suportar o sol pleno). É reproduzida por divisão de touceiras, sua reprodução natural não se dá por sementes, mas sim por esporos.

  Nome popular: Cheflera Nome científico: Schefflera arboricola
Família: Araliaceae Origem: Taiwan
Observações: É um arbusto de rápido crescimento, chegando facilmente ao porte de uma árvore. Planta muito rústica, que não exige muitos cuidados de manutenção e plantio. Pode ser plantada em vasos ou em canteiros. Na primavera, formam-se flores, que formam frutos que possuem valor ornamental.
Cultivo: Se desenvolve bem em sol pleno ou à meia-sombra, com regas regulares. É reproduzida por sementes ou por estaquia.

Nome popular: Cicas Nome científico: Cycas spp.
Família: Cycadaceae Origem: Leste asiático
Observações: Pertencente à família Cycadacea, as Cycas, único gênero nessa família, são verdadeiros fósseis vivos, tendo sido muito abundantes no período jurássico. São de alto valor comercial e se dividem aproximadamente 65 espécies, dentre elas, se destacam: Cycas revoluta e Cycas circinalis. São de grande aplicação no paisagismo. São divididas entre machos e fêmeas, sendo que as machos possuem menos manchas nas folhas. Possuem crescimento muito lento, de aproximadamente 1 a 2 cm por ano, o que garante altos preços no mercado.
Cultivo: É recomendável o plantio em sol pleno, sendo que em climas mais quentes ela pode ser plantada em meia-sombra. Suportam bem o frio e condições secas e úmidas, mas são mais sensíveis à falta d'água nos períodos após o surgimento de novas folhas. Sua reprodução pode ser feita por sementes, cuja germinação e crescimento é muito demorado, ou por separação das brotações laterais. Vale lembrar que as brotações, depois de retiradas, devem ser secadas por vários dias em local fresco e seco para que não haja apodrecimento após o plantio.

Nome popular: Cinerária Nome científico: Senecio spp.
Família: Asteraceae Origem: Estados Unidos
Observações: Suas folhas são esbranquiçadas, e com aspecto aveludado, criando um bom contraste de cores. É uma planta perene, que é muito utilizada para formar maciços ou bordaduras nos jardins.
Cultivo: Se desenvolve bem quando plantada em pleno sol, com regas regulares. É recomendado o replantio a cada 2 anos para que se mantenha a sua beleza. É tolerante ao frio. Multiplica-se principalmente por estaquia.

Nome popular: Clorofito; Garavatinha Nome científico: Chlorophytum comosum
Família: Agavaceae Origem: África do Sul
Observações: Essa é uma pequena planta perene, que possui pequenas flores sem importância ornamental. Após frutificar, forma pequenas mudas ao longo de suas inflorescências. É uma planta de fácil cultivo, não exigindo muitos cuidados de manutenção, além de suportar condições adversas, até mesmo o ar condicionado. É comum o seu plantio em vasos e jardineiras, sendo também aproveitada em canteiros, bordaduras, ou utilizada como forração, semelhantemente à grama. Mas vale lembrar que a planta não suporta o pisoteio.
Cultivo: Se desenvolve bem quando cultivada em sol pleno ou à meia-sombra, com regas regulares. Devido a sua reserva de água e nutrientes na raiz, ela tolera um certo tempo sem água. Tolera o frio. É normalmente multiplicada por divisão de touceiras, ou separando as mudas surgidas nas inflorescências.

  Nome popular: Comigo-ninguém-pode Nome científico: Dieffenbachia picta
Família: Araceae Origem: Colômbia e Costa Rica
Observações: Existem inúmeras variedades que diferem nos desenhos e cores, sendo a parte valorizada a folha, não as flores. É uma das plantas cuja toxidez (Estricnina e ráfides de oxalato de cálcio) é muito conhecida, estando nas folhas e talos. O principal problema é com a ingestão, o suco leitoso pode causa irritação e edemas.
Cultivo: Recomenda-se plantar em sombra ou meia-sombra, onde não passem muitas correntes de ar. Se desenvolve melhor em solos ricos em matéria orgânica

  Nome popular: Costela-de-Adão Nome científico: Monstera deliciosa
Família: Araceae Origem: México
Observações: O formato de suas grandes folhas lhe conferiram este nome. Possui uma floração grande, branca, que atrai muitos insetos devido ao seu aroma. É uma planta de cresimento intenso, se fixando fortemente a paredes, podendo estragar a pintura da mesma. Vale lembrar que suas folhas posseum uma toxidez considerável se ingerida, o que é difícil ocorrer.
Cultivo: É bastante rústica, não exigindo pouco do solo. Se desenvolve melhor em locais de meia-sombra, já que na natureza, se encontra abaixo de árvores. Quando plantada junto à parede ela se fixa e sobe. Pode ser reproduzida por divisão de touceiras.

Nome popular: Croton Nome científico: Croton sp.
Família: C Origem: C
Observações: C
Cultivo: C

  Nome popular: Dionéia Nome científico: Dionaea muscipula
Família: Droseraceae Origem: Estados Unidos
Observações: É uma planta carnívora, perene, muito interessante. Em seu ambiente natural, vive em pântanos com solo pobre e ácido. Por esse motivo, ele retira parte do seu nitrogênio, necessário para o crescimento, de insetos, que eventualmente caem em suas armadilhas.
Cultivo: Pode ser cultivada em vasos ou floreiras, à meia-sombra, devendo tomar sol direto apenas em uma pequena parte do dia. O local de plantio não deve conter muita matéria orgânica, contendo areia em maior quantidade. Recomenda-se regas constantes durante os meses quentes, podendo inundar a planta. Nos meses de inverno, recomenda-se moderar as regas, pois a planta fica dormente, voltando à atividade na primavera. É mais comumente propagada por divisão da roseta ou folhas, podendo ser também por sementes, mas o crescimento é muito lento quando por sementes, podendo levar anos.

Nome popular: Dracena Nome científico: Dracena spp.
Família: Agavaceae Origem: Várias
Observações: O gênero Dracena possui várias espécies, sendo as mais conhecidas Dracena deremensis, Dracena fragans e Dracena marginata. Algumas dracenas não exigem muita luz, sendo boas para uso em ambiente interno, podendo ser plantadas em vasos.
Cultivo: Precisa de bastante luz, ainda assim, sem sol direto na maior parte do dia. Não precisa regar sempre, é melhor regar bastante somente quando a terra estiver seca. É preferível a falta de água do que o excesso. É aconselhável não colocá-las em locais com grandes correntes de ar.

Nome popular: Falsa-vinha Nome científico: Parthenocissus tricuspidata
Família: Vitaceae Origem: China e Japão
Observações: É uma planta largamente utilizada para recobrir muros. Sua folhagem pode tampar totalmente o muro em algumas épocas do ano, mas no outono-inverno, a maioria das suas folhas caem, expondo seus galhos, que também são ornamentais. São uma boa alternativa para quem quer fazer o recobrimento de muros, sem que deva realizar muitas podas, já que seu crescimento não é tão rápido como as outras, além de apresentar um tronco fino, não tão agressivo quanto as demais.
Cultivo: Se desenvolve bem quando plantada em locais com bastante sol direto, podendo ser plantada à maia-sombra também. Recomenda-se o plantio com espaçamento de aproximadamente 50 cm entre plantas. Pode ser reproduzida facilmente por estaquia, utilizando as pontas dos ramos.

  Nome popular: Ficus Nome científico: Ficus spp.
Família: Moraceae Origem: C
Observações: É um gênero que compreende muitas espécies (mais de 600). Possui uma folhagem densa, a seu tamanho é bem variável, sendo também regulada pelo tamanho do vaso. É de fácil cultivo, sendo também bastante recomendada para ambientes internos. Dê preferência ao cultivo em vasos, uma vez que se plantada no solo pode se tornar uma árvore de tronco muito espesso. Podas anuais das raízes são recomendadas para as espécies que crescem mais.
Cultivo: Recomenda-se que fique em local bem ilumidado, mas sem muito sol direto. As regas não devem ser excessivas. No inverno, é recomendável espalhar um pouco de adubo orgânico na superfície de solo. Sempre que possível, mantê-las por alguns períodos no ambiente externo, para que as folhas sejam renovadas, já que no ambiente interno as folhas não brotam bem.

  Nome popular: Grama esmeralda Nome científico: Zoysia japonica
Família: Poaceae Origem: Japão
Observações: É um dos gramados mais amplamente utilizados no paisagismo em todo o mundo, devido à sua beleza e rusticidade.
Cultivo: É de fácil adaptação, uma vez que possui enraizamento abundante. Possui uma alta densidade de folhas, o que evita o crescimento de ervas daninhas no local. Se desenvolve quase exclusivamente em sol pleno, mas tolera um pouco de sombra. Não exige podas muito freqüentes e resiste razoavelmente bem ao pisoteio. A firmeza da fixação de sua raiz pode ser utilizada para locais onde se pretende conter uma erosão (escoamento de terra). Aconselha-se manter a grama a 3 cm de altura, evitando assim lagartas que atacam sua base. Seus cortes podem ser feitos 8 vezes por ano, em média. Pode ser multiplicada por divisão de rizomas e sementes.

  Nome popular: Grama japonesa Nome científico: Zoysia tenuifolia Trin.
Família: Poaceae Origem: Ilhas Mascarenas
Observações: Suas folhas são extremamente finas, dando um aspecto aveludado ao gramado. Seu crescimento é lento, e sua utilização é muito ampla em jardins japoneses. Há nessa grama o incoveniente do acúmulo, princiapalmente de aranhas no interior do gramado.
Cultivo: Deve ser plantada em sol pleno, não suportando muito o sombreamento. Apesar do crescimento lento, a poda constante é recomendada, já que a falta de poda dá um aspecto enrugado (irregular) ao gramado. É pouco resistente ao pisoteio, além de não ser uma planta rústica. Sendo assim, exige solos relativamente férteis e irrigação regular, não podendo ser plantado em áreas rústicas e sem possibilidade de irrigação. É vendida em placas, tornando rápido o seu plantio.

  Nome popular: Grama-Mato-Grosso Nome científico: Paspalum notatum Flüegge
Família: Poaceae Origem: Brasil
Observações: È formada por folhas com váios pêlos e longas. Planta bastante rústica e com crescimento rápido, principalmente no verão, aumentando o número de cortes necessários para manutenção.
Cultivo: Deve ser plantada em sol pleno, sendo que não resiste à sombra. Demora para pegar no solo, sendo nesse período, suceptível a ataques de pragas e à infestação de ervas daninhas, mas seu custo de implantação é baixo em relação aos outros gramados, e sua resistência ao pisoteio é alta.

  Nome popular: Grama-preta Nome científico: Ophiopogon japonicus
Família: Liliaceae Origem: China e Japão
Observações: Apesar de parecer uma gramínea (Poaceae), não é. É ideal para ambientes sombreados, onde as gramas não sobrevivem. Existem variedades nas quais as folhas são mais curtas. Possui uma vantagem, que é a sua baixa manutenção. Podas são completamente dispensáveis, uma vez que é uma planta baixa, e sua expansão lateral é muito pequena.
Cultivo: Pode ser plantada em sombra, meia-sombra e sol pleno, com regas regulares. É de muito fácil reprodução, através de divisão de touceiras, porém, seu crescimento é relativamente lento.

  Nome popular: Grama-São-Carlos Nome científico: Axonopus compressus Beauv.
Família: Poaceae Origem: Brasil
Observações: Possui folhas muito adensadas, e alta resistência ao pisoteio, sendo adequado a locais de passagem. O gramado deve ser aparado de tempos em tempos para que não fique muito alto, apesar de que seu crescimento é não é tão rápido.
Cultivo: Se adapta a sol pleno ou até à meia-sombra. Não resiste bem em locais muito secos, devendo ser evitados os locais com pouca chuva e sem possibilidade de irrigação. É um pouco mais exigente com solos em relação aos outros tipos de gramados.

  Nome popular: Gauimbê Nome científico: Philodendron bipinnatifidum
Família: Araceae Origem: Brasil
Observações: Possui grandes folhas recortadas, vistosas, que podem ser plantadas diretamente no solo ou em grandes vasos, podendo ser utilizado no interior. Suas flores não possuem grande importância ornamental. Confere um ar tropical aos jardins.
Cultivo: Pode ser plantada à meia-sombra ou a pleno sol, em solo rico em matéria orgânica. Pode ser multiplicada através de divisão de mudas laterais, e por sementes.

  Nome popular: Lança-de-São-Jorge Nome científico: Sansevieria cylinfrica
Família: Liliaceae Origem: África
Observações: É uma planta com aspecto bem distinto, suas folhas se fecham, formando um aspecto cilíndrico, aparentando assim uma lança, o que confere seu nome.. Podem ser utilizadas em bordaduras ou em maciços.
Cultivo: Exige poucos cuidados, sendo que precisa de poucas regas, recomenda-se que seja regada apenas uma vez por semana, sem encharcar, pois ela suporta muito bem à seca. Pode ser plantada em vasos ou canteiros, mas em canteiros ela pode astrar-se. Para reproduzí-la basta fazer a divisão da touceira, gerando assim novas mudas.

  Nome popular: Leiteiro-vermelho Nome científico: Euphorbia cotinifolia
Família: Euphorbiaceae Origem: C
Observações: É uma planta ornamental cuja parte valorizada são as folhas, que tem coloração vermelha intensa. Suas flores são raras, pequenas e sem valor ornamental. Mas devemos lembrar que assim como muitas plantas dessa família, produz um látex ("leite) extremamente tóxico (Toxalbumina (4-deoxygenol)), causando irritação na pele e olhos por contato, e grandes problemas na ingestão.
Cultivo: É bastante rústica, podendo ser plantada em pleno sol, sendo ideal o clima quente e úmido.

Nome popular: Murta Nome científico: Myrtus spp.
Família: Myrtaceae Origem: Europa e África do Norte
Observações: As plantas desse gênero são muito utilizadas no paisagismo, principalmente como cercas-vivas, sendo que crescem até 5 metros de altura. Possui uma floração que normalmente pe branca, que também possui importância ornamental. A planta possui um grande significado na Grécia antiga, tendo o seu tronco sido utilizado como incenso também. É também plantada para a extração de seu óleo essencial, utilizado na perfumaria.
Cultivo: Se desenvolvem bem quando cultivadas em pleno sol, com regas regulares. Sua utilização como cerca-viva exige podas regulares, para que seu formato seja mantido. Pode ser multiplicada por semenetes.

  Nome popular: Nandina; Nanten Nome científico: Nandina domestica
Família: Berberidaceae Origem: China e Japão
Observações: Suas folhas possuem um grande valor ornamental, sendo uma planta muito valorizada pelos japoneses que a chamam de Nanten. Suas folhas adquirem coloração avermelhada quando plantadas em locais com sol direto, permanecendo verdes quando deixadas em locais mais sombreados. Pode ser plantada dieretamente no solo ou em vasos médios a grandes, podendo ser deixadas em ambientes internos bem iluminados. Alguns tipos apresentam floração, formando pequenos frutos vermelhor, de vaolr ornamental.
Cultivo: Se desenvolve melhor quando cultivada à meia-sombra, podendo também ser plantada em pleno sol, ou até mesmo na sombra, em locais bem iluminados. Recomenda-se realizar regas regulares. Uma maneira fácil de multiplicá-la é através da divisão do rizoma, sendo melhor quando junto ao rizoma houver uma pequena planta.

Nome popular: Papiro-brasileiro Nome científico: Cyperus giganteus
Família: Cyperaceae Origem: Brasil
Observações: Esta é uma planta facilmente confundida com o papiro utilizado para fazer papéis no antigo Egito (Cyperus papyrus), que é aquático. É uma planta nativa do Brasil, que pode ser utilizada também na beira de laguinhos, onde se adaptam melhor, dando um bom efeito ornamental. Suas flores são pequenas, sem valor ornamental.
Cultivo: Devem ser cultivadas em sol pleno, de preferência na beira de lagos. É uma planta bem tolerante ao frio. É reproduzida principlamente por divisão de touceiras.

Nome popular: Palmeira Azul Nome científico: Brahea armata
Família: Araceae Origem: América Central
Observações: Muito robusta, essa palmeira pode alcançar até 12 m de altura. Sua aplicação é muito grande no paisagismo, suas folhas azuladas são o grande diferencial dessa planta, além de seu crescimento bastante lento, o que a faz alcançar altíssimos valores no mercado.
Cultivo: Se desenvolve melhor quando plantada em sol pleno. É muito rústicam resistindo bem à seca, inclusive às geadas também. Resiste bem a solos pobres. É multiplicada por sementes.

Nome popular: Pata-de-elefante; Nolina Nome científico: Beaucarnea recurvata
Família: Liliaceae Origem: América do Norte
Observações: É uma planta arbustiva muito interessante devido ao formato do seu tronco, que é finona parte mais alta e bem espesso na base, lembrando o tamanho da pata de um elefante, característica que lhe confere o nome. Muitoo utilizada no paisagismo, é uma planta que se destaca dentre as demais dos jardins. A planta pode ser encontrada em vasos médios a grandes, mas não se engane, ela pode chegar a 10 metros de altura.
Cultivo: Se desenvolve melhor quando cultivada em pleno sol, em terra rica em matéria orgânica. Como é uma planta que se adapta melhor a climas quentes e secos, recomenda-se que as regas não seja muito abundantes, esperando que a superfície do solo esteja seca para que a rega seja feita. Se plantada em vaso, deve ser mantida em ambientes de alta luminosidade, com sol direto na maior parte do dia. É reproduzida por sementes.

Nome popular: Pingo D'ouro Nome científico: Duranta repens Aurea
Família: Verbenaceae Origem: Brasil
Observações: É uma planta arbustiva, de crescimento muito acelerado, que é muito utilizada no paisagismo, apesar da sua alta dificuldade de manutenção. Sua mais valorizada característica são as folhas novas, que são amareladas, que se destacam muito bem nos jardins. É muito boa para a topiaria. Deve-se tomar cuidado na manipulação da planta, uma vez que ela possui espinhos. É muito parecida com a violeteira, já que é uma mutação daquela espécie.
Cultivo: Deve ser cultiva em pleno sol, com regas regulares, não devendo deixar longos períodos secos, pois ela é sensível à falta d'água. É tolerante ao frio e às geadas. Requer podas de manutenção e formação freqüentemente. Sua forma de reprodução mais utilizada é a estaquia, mas pode ser reproduzida por sementes também.

  Nome popular: Ráfis; Palmeira-Rápida Nome científico: Raphis excelsa
Família: Palmaceae Origem: China
Observações: A planta é de porte médio, e possui um caule recoberto com material fibroso. É muito plantada em grandes vasos, colocada muitas vezes como decoração de ambientes internos, sendo suas folhas e caule de grande valor ornamental.. Apresenta um crescimento lento, sendo mais bem adaptada a climas mais amenos, tendendo aos frio. Possui uma floração amarelada, que não possui valor ornamental.
Cultivo: Pode ser cultivada à meia-sombra, ou até mesmo à sombra, mas precisa de uma boa iluminação do ambiente para que sobreviva. É normalmente okabrada em vasos, mas pode também ser plantada diretamente no solo, mas sem que fique à pleno sol. Recomenda-se que as regas sejam bem espaçadas, procurando não manter o solo muito úmido, já que é uma planta que se adapta bem a locais secos.

  Nome popular: Samambaiaçu; Xaxim Nome científico: Dicksonia sellowiana
Família: Dicksoniaceae
Origem: Brasil
Observações: É uma pteridófita, perene, muito grande em relação a outras samambaias, chegando a 4 metros de altura. Possui um tronco fibroso, sendo dele retirado o xaxim, utilizado como substrato em outras samambaias e orquídeas, sendo por isso uma espécie ameaçada de extinção em seu ambiente natural. Seu crescimento é muito lento.
Cultivo: Se desenvolve bem à meia-sombra ou sombra, em solos ricos em matéria orgânica, sendo recomendável a rega regular, mantendo o solo sempre úmido. Se adapta bem a climas amenos, é resistente ao frio. É reproduzida por esporos, ou por separação de brotos, retirados com parte do caule.

  Nome popular: Samambaias Nome científico: Diversos
Família: C Origem: C
Observações: C
Cultivo: C

Nome popular: Singônio Nome científico: Syngonium angustatum
Família: Araceae Origem: Nicarágua
Observações: Esta é uma planta cujas folhas apresentam grande valor ornamental, sendo normalmente comercializadas em vasos. As plantas mais jovens possuem uma folha com coloração esbranquiçada, as plantas adultas possuem folhas completamente verdes, produzindo uma flor que não possui grande valor ornamental, sendo amplamente utilizada em interiores.
Cultivo: Se desenvolve bem à meia-sombra, podendo ser plantada em vasos ou diretamente no solo. Pode tornar-se uma trepadeira, caso tutorada de forma adequada. Prefere solos ricos em matéria orgânica, com regas regulares, mantendo sempre o solo úmido. Não é tolerante ao frio. É normalmente multiplicada por meio de estaquia.

Nome popular: Unha-de-gato Nome científico: Ficus pumila
Família: Moraceae Origem: China, Japão e Austrália
Observações: É a planta mais amplamente utilizada na forração de muros, possuindo grande fixação. É uma planta muito rústica, que se adapta a diversas condições. Possui um crescimento muito rápido, precisando de podas freqüentes. Se as podas não forem realizadas com freqüência, seu tronco se engrossa, suas folhas aumentam e a planta frutifica, podendo ser muito danosa às construções, que podem ir desde a quebra de encanamentos quanto a quebra de estruturas.
Cultivo: Se desenvolve bem quando plantada em locais com bastante sol direto, suportando também meia-sombra. Não é recomendado o seu plantio em paredes, mas sim em muros, já que ela retêm muita umidade. É recomendado o seu plantio com 50 cm de espaçamento. É facilmente multiplicada por estaquia, utilizando a ponta dos ramos.

  Nome popular: Zamioculca Nome científico: Zamioculcas zamiifolia
Família: Zaraceae Origem: Tanzânia e Zanzíbar
Observações: É uma planta muito bonita, utilizada comumente em vasos, colocados em ambientes internos. Suporta muito bem o sombreamento, sendo este um dos seus pontos fortes.
Cultivo: Possui um crescimento muito lento, e destaca-se por suportar ambientes com pouca luz, mesmo assim, recomenda-se colocar em um local luminoso, mas sem sol direto. É recomendado que não se regue em excesso, regar somente quando o solo estiver seco nos primeiros 1 ou 2 cm, diminuindo ainda mais a rega durante o inverno. A planta sobrevive bem em ambientes úmidos, por isso, se houverem dias de ar excessivamente seco, recomenda-se pulverizar água de tempos em tempos em suas folhas para evitar ressecamento. O melhor solo para ela é o bem drenado e com boa quantidade de matéria orgânica. Sua reprodução é feita por sementes ou por divisão de touceiras, sendo seu enraizamento dado em 6 a 8 meses, sendo realmente muito lento.

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